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Apoios ou Incentivos ao Financiamento

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 Desempregados trocam subsídios por negócios

 A adversidade económica está a modificar a forma como os portugueses encaram o desemprego e a levá-los a arriscar. Cerca de cinco mil trocaram no ano passado o subsídio de desemprego pela criação de um negócio próprio.

Diz a sabedoria popular que nos momentos de adversidade nascem, regra geral, as melhores oportunidades para os que decidem arriscar. Não é que os portugueses se caraterizem, pelo menos nos últimos anos, pela sua postura afoita, mas a verdade é que a crise está a aumentar os pedidos de resgate do subsídio de desemprego por parte dos desempregados lusos.

A lei prevê que um desempregado possa receber, numa só parcela, a totalidade do seu subsídio para investir na criação do auto-emprego. O presidente do Instituto do Emprego e Formação Profissional, Francisco Madelino, garante que no ano passado a procura desta solução subiu 30 a 40% e, anualmente, são cerca de cinco mil os portugueses que resolvem o seu problema de emprego aplicando o subsídio no seu próprio negócio. Desde 1994, já cerca de 43 mil portugueses beneficiaram desta opção que hoje é já mais alargada e não se restringe apenas ao subsídio de desemprego.

O incentivo à criação do auto-emprego tem vindo a sofrer uma evolução positiva e disponibiliza hoje aos desempregados linhas de crédito bonificadas. Mas apesar disso, a decisão não é pacífica e acarreta riscos, tanto mais que caso negócio falhe, o desempregado fica sem emprego, sem subsídio e sem negócio.

Segundo a Sociedade Portuguesa de Empreendedorismo, nos países da OCDE a taxa de sobrevivência das empresas no final do primeiro ano de atividade ronda os 80% e ao final do segundo ano 70. Em termos globais, nos países desenvolvidos, em média, garante a organização, metade das empresas criadas duram pelo menos cinco anos. Em Portugal o valor é inferior: cerca de 73% das empresas criadas chegam ao primeiro ano de atividade, mas apenas 54% atingem a fasquia dos dois anos. Mas para Francisco Madelino, a taxa de mortalidade dos negócios gerados com recurso ao subsídio de desemprego não cumpre estas estatísticas e tem, felizmente, níveis muito inferiores à mortalidade total das empresas em Portugal. Admite o presidente que as taxas de sucesso até são bastante positivas.

Muitos desempregados, numa tentativa de minimizar o risco, optam por modelos de negócio já testado recorrendo por isso muito ao franchising, que tem vindo a crescer, sobretudo os projetos cujo investimento inicial é mais reduzido. O recurso a este mecanismo de promoção ao auto-emprego implica que os desempregados apresentem ao Instituto do Emprego a sua ideia de negócio. Mas depois de verem aprovado direito a resgatarem o seu subsídio para investirem num projeto empresarial, há cuidados que devem ter para minimizar o risco.

Em grande parte dos casos, as empresas fecham não porque a ideia de negócio não tinha viabilidade, mas porque os seus mentores estão pouco preparados para as exigência de uma vida como empresários.

A especialização vale ouro, aqui como em qualquer emprego. Se quer criar um negócio deve dominar a sua empresas desde as vendas, ao relacionamento com clientes e colaboradores, sem deixar de lado a organização e a liderança.

Na fase inicial deve preocupar-se com um planeamento ao cêntimo de tudo o que vai precisar para viabilizar o seu projeto. Pondere quanto tem para gastar, o que é prioritário, onde pode poupar. Seja tão rigoroso aqui como na gestão diária dos gastos do seu negócio. Se ao final do primeiro ano a sua empresa está dinâmica e apresenta um índice de sucesso, não tome tudo como certo.

Prepare-se sim para planear os anos que se aproximam.

Fonte: expresso emprego online 


Verbas do Compete desvinculadas do Orçamento de Estado. Eleições não atrasam execução do QREN

Os gestores dos principais programas operacionais do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) garantem que até à chegada de um novo Governo, os contratos assinados e previstos vão avançar, assim como os respectivos pagamentos.

As verbas do Programa Operacional Factores de Competitividade (Compete) foram, recentemente, desvinculadas do Orçamento de Estado, para ficarem protegidas das possíveis contenções impostas pela ajuda externa.

“Daqui até vir um novo Governo, temos a obrigação e vamos fazer todos os possíveis para que os contratos já assinados sejam cumpridos, incluindo os seus pagamentos”, assegura Nelson de Souza, gestor do Compete, uma ferramenta de financiamento que funciona ao abrigo do QREN.

Num esclarecimento dirigido, especialmente, aos empresários, uma vez que este programa tem uma grande vertente de financiamento ao tecido empresarial, o responsável deixa claro que mesmo com a queda do Governo e a chegada da comitiva da Comissão Europeia e do FMI, “não se deve criar dúvida absolutamente nenhuma relativamente ao normal funcionamento do QREN”.

EMPRESAS MOSTRAM VONTADE DE REAGIR À CRISE

Falando especificamente do seu burgo, Nelson de Souza explica que “o Compete e o seu orçamento está protegido em relação a qualquer tipo de dificuldade orçamental do Estado”. E acrescenta: “Foi uma iniciativa que tomamos assim que adivinhamos o que por aí poderia vir”.

Só nos primeiros três meses deste ano, diz o mesmo responsável, foram apresentados ao Programa Operacional Factores de Competitividade “mais de dois mil projectos que se podem transformar em investimentos na ordem dos 2,4 mil milhões de euros”. Ciente de que “muita desta procura não se vai traduzir em investimento real”, Nelson de Souza dá conta, ainda assim, “que os números são significativos e mostram que continuam a existir projectos exigentes mesmo no actual contexto”. D

o seu ponto de vista, isto é o mesmo que dizer que “as empresas têm vontade de vencer”. Neste sentido, o gestor do Compete conclui que “qualquer tipo de alteração programática no QREN terá de aguardar porque estará dependente das decisões do novo Governo, assim que o mesmo tomar posse”. Exactamente na mesma linha de raciocínio está o gestor do Programa Operacional Regional do Norte (ON.2 - Novo Norte), uma ferramenta também ao serviço do QREN e que apresenta uma das taxas de execução dos projectos mais avançada.

Para Mário Rui Silva, “não há nenhum risco em perder verbas” até porque este “fundo comunitário faz parte de um contrato entre o Governo português e a União Europeia, já assinado em 2007, e que funciona de forma independente”. Fonte Newsletter incentivos Jornal Vida Económica


SEGUNDA CONVOCATÓRIA DE PROJECTOS ESTRATÉGICOS DO PO MED

Encontra-se a decorrer desde o início de Abril e até 30 de Setembro de 2011 a 2ª Convocatória de Projectos Estratégicos do Programa de Cooperação Territorial Europeia MED, que se destina a projectos no âmbito do 3º Eixo do Programa - Melhoramento da Mobilidade e Acessibilidade dos Territórios.

Para mais informações consulte a página da Internet do programa: www.programmemed.eu/en/ about-the-programme.html

Fonte Newsletter incentivos Jornal Vida Económica


PSD QUER DESVIAR VERBAS DO QREN PARA PROGRAMAS SOCIAIS

O PSD quer direccionar as verbas do QREN que inicialmente estavam previstas para infraestruturas, a programas de apoio social. A ideia é defendida pelo eurodeputado Paulo Rangel que, reconhecendo tratar- se de uma negociação dura com Bruxelas, acredita que as Instituições Particulares de Solidariedade Social podem vir a beneficiar de 80% dos dinheiros deste instrumento.

Fonte Newsletter incentivos Jornal Vida Económica 


ENCONTRO NACIONAL DE INCUBADORAS A ANJE

Associação Nacional de Jovens Empresários promove, nos próximos dias 27 e 28 de Abril, em Boticas e Vila Nova de Gaia, respectivamente, o Encontro Nacional de Incubadoras. Reunindo os principais centros de incubação de empresas do país, a iniciativa afirma-se como um evento catalisador de novas ideias e sinergias em torno deste apoio à iniciativa empresarial.

Fonte Newsletter incentivos Jornal Vida Económica


 “PRÉMIOS NOVO NORTE” 2011 ACOLHEM MAIS DE UMA CENTENA DE CANDIDATURAS


A edição 2011 dos “Prémios NOVO NORTE” conquistou cerca de 130 candidaturas às seis categorias a concurso, confirmando a pertinência reconhecida à iniciativa da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), do “ON.2 - O Novo Norte” e do Jornal de Notícias na edição inaugural.

As candidaturas seguem agora para análise do Júri, que deverá até meados de Maio seleccionar as trinta finalistas, cinco em cada uma das categorias existentes: Norte Inovador, Norte Empreendedor, Norte Criativo, Norte Inclusivo, Norte Sustentável, Norte Civitas.

Os “Prémios NOVO NORTE” constituem uma iniciativa pioneira na distinção de boas práticas de desenvolvimento regional e acolhem, nesta edição, potenciais vencedores dos mais diversos domínios da economia e da sociedade regionais – empresas, universidades, fundações, organizações da administração pública e autarquias locais, entre outras. Considerando o número de candidaturas apresentadas às duas edições, esta iniciativa regista uma elevada adesão, contando já com cerca de 300 participantes.

A cerimónia de entrega dos “Prémios NOVO NORTE” está agendada para o final de Junho, no Porto.

Fonte: http://www.ccr-norte.pt

CONCURSOS NORTE AVISO

Eficiência Energética na Iluminação Pública 28/03/2011 a 30/06/2011 (18h00) mais informações em www.qren.pt 


PLANO GLOBAL DE AVALIAÇÃO DO QREN E DOS PO 2007-2013

Consulte através do link em baixo o documento de revisão e actualização do Plano Global de Avaliação (PGA) do QREN e dos Programas Operacionais 2007-2013, actualização essa que assume a forma de Aditamento ao PGA.

Este documento assume uma natureza prospectiva, integrando, sobretudo, os ajustamentos referenciados ao horizonte temporal 2011-2013. mais informações em www.qren.pt 


POPH: NOTA TÉCNICA (CONCEITO DE FORMANDO DESISTENTE)

Consulte através do link em baixo a nota técnica referente à aplicação do conceito de formando desistente na metodologia de declaração de despesa através de custos unitários, no âmbito das Tipologias “Cursos Profissionais” e “Cursos de Educação e Formação de Jovens” do Programa Operacional do Potencial Humano (POPH), para os estabelecimentos de ensino privados.

Mais informações em www.qren.pt